01-A
Em 14 de julho de 1789, durante a Revolução Francesa, a
prisão da Bastilha foi atacada e tomada pelos revolucionários.
Os presos políticos foram libertados. A Queda da
Bastilha tornou-se marco e símbolo da queda da monarquia
francesa, pois era o principal presídio francês, onde
eram encarcerados os presos políticos e onde se guardavam
as reservas de armas e munições. O local representava
a maior expressão de força do rei absolutista. Inclusive, o
dia 14 de julho foi escolhido pelos franceses como feriado
nacional e data de celebração da Revolução.
02-C
A vida dos trabalhadores e camponeses franceses da
época revolucionária era de extrema miséria, portanto,
desejavam melhorias na qualidade de vida e de trabalho.
A burguesia, mesmo tendo uma condição social melhor,
desejava uma maior participação política e mais liberdade
econômica para pôr em prática as bases do que, mais
tarde, se consolidaria como capitalismo, com o advento
da Revolução Industrial.
03-B
A Revolução é considerada como o acontecimento que
deu início à Idade Contemporânea. Aboliram-se a servidão
e os direitos feudais e proclamaram-se os princípios universais
de “liberdade, igualdade e fraternidade” (liberté, egalité,
fraternité), frase de autoria de Jean-Jacques Rousseau, inspirando
outras constituições ocidentais.
04-C
Os impostos e as contribuições para o Estado incidiam
sobre o terceiro estado, uma vez que o clero e a nobreza
não só tinham isenção tributária como ainda usufruíam do
Tesouro Real por meio de pensões e cargos públicos.
05-C
A Revolução Francesa uniu os interesses do heterogêneo
terceiro estado. Nela, a burguesia pretendia igualar seus
privilégios aos da aristocracia, fundamentada nos ideais
iluministas, enquanto os sans-culottes, que constituíam o
proletariado urbano, pretendiam também reduzir a exploração
que sofriam por parte da própria burguesia e dos aristocratas
a quem estavam submetidos no trabalho artesanal
e nos serviços. Já os camponeses, os mais numerosos, pretendiam
abolir os últimos resquícios do feudalismo, como
as obrigações servis.
06-A
O terceiro estado arcava com o peso de impostos e contribuições
para o rei, o clero e a nobreza. Os privilegiados,
isto é, primeiro e segundo estados, tinham isenção tributá-
ria. A principal reivindicação do terceiro estado era a aboli-
ção dos privilégios e a instauração da igualdade civil.
07-B
A Revolução Francesa resultou de uma série de fatores de
ordem econômica, política e social. Economicamente, a
desordem geral das finanças, devido à enorme dívida do
Estado, refletia-se do aumento de tributos sobre o povo.
Politicamente, a manutenção do absolutismo real anulava
qualquer atenção às reivindicações do terceiro estado, as
quais se associavam às ideias liberais Iluministas. Os privilégios exclusivos da aristocracia que, além de
receber pensões do Estado, ainda gozava da isenção de
impostos, levou a burguesia, junto com sans-culottes e
camponeses, a mobilizar-se para mudar esse quadro de
desigualdade e desordem.
08-C
O lema “igualdade, liberdade e fraternidade” buscava
romper com os antigos privilégios do Antigo Regime. A
igualdade e a fraternidade tinham um sentido mais social,
enquanto a liberdade referia-se aos direitos políticos e
econômicos reivindicados pelo terceiro estado. É importante
ressaltar, ainda, na imagem, o destaque feminino na
condução da Revolução Francesa, mesmo que as mulheres
não tenham sido beneficiadas como os homens, em
relação aos direitos jurídicos e legais.
09-C
O texto refere-se à Revolução Francesa e sua importância
para as transformações políticas, sociais e econômicas não
apenas na Europa, mas apresentando reflexos no mundo e
interferindo em ações futuras.
10-B
Na imagem da balança, percebe-se que o Estado francês
tinha que lidar com um grande deficit resultante de envolvimentos
em conflitos externos, de pagamento de pensões
à aristocracia e de acordos comerciais desvantajosos
à economia nacional, responsáveis pelo agravamento da
crise econômica que precedeu a Revolução Francesa.
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