terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Capítulo 01- Revolução Francesa – Origens e apogeu "Resoluções Atividades Propostas pag.08" - História - 2ª Série do Ensino Médio

01-A 
Em 14 de julho de 1789, durante a Revolução Francesa, a prisão da Bastilha foi atacada e tomada pelos revolucionários. Os presos políticos foram libertados. A Queda da Bastilha tornou-se marco e símbolo da queda da monarquia francesa, pois era o principal presídio francês, onde eram encarcerados os presos políticos e onde se guardavam as reservas de armas e munições. O local representava a maior expressão de força do rei absolutista. Inclusive, o dia 14 de julho foi escolhido pelos franceses como feriado nacional e data de celebração da Revolução.

02-C
A vida dos trabalhadores e camponeses franceses da época revolucionária era de extrema miséria, portanto, desejavam melhorias na qualidade de vida e de trabalho. A burguesia, mesmo tendo uma condição social melhor, desejava uma maior participação política e mais liberdade econômica para pôr em prática as bases do que, mais tarde, se consolidaria como capitalismo, com o advento da Revolução Industrial. 

03-B 
A Revolução é considerada como o acontecimento que deu início à Idade Contemporânea. Aboliram-se a servidão e os direitos feudais e proclamaram-se os princípios universais de “liberdade, igualdade e fraternidade” (liberté, egalité, fraternité), frase de autoria de Jean-Jacques Rousseau, inspirando outras constituições ocidentais.

04-C 
Os impostos e as contribuições para o Estado incidiam sobre o terceiro estado, uma vez que o clero e a nobreza não só tinham isenção tributária como ainda usufruíam do Tesouro Real por meio de pensões e cargos públicos.

05-C 
A Revolução Francesa uniu os interesses do heterogêneo terceiro estado. Nela, a burguesia pretendia igualar seus privilégios aos da aristocracia, fundamentada nos ideais iluministas, enquanto os sans-culottes, que constituíam o proletariado urbano, pretendiam também reduzir a exploração que sofriam por parte da própria burguesia e dos aristocratas a quem estavam submetidos no trabalho artesanal e nos serviços. Já os camponeses, os mais numerosos, pretendiam abolir os últimos resquícios do feudalismo, como as obrigações servis.

06-A 
O terceiro estado arcava com o peso de impostos e contribuições para o rei, o clero e a nobreza. Os privilegiados, isto é, primeiro e segundo estados, tinham isenção tributá- ria. A principal reivindicação do terceiro estado era a aboli- ção dos privilégios e a instauração da igualdade civil.

07-B 
A Revolução Francesa resultou de uma série de fatores de ordem econômica, política e social. Economicamente, a desordem geral das finanças, devido à enorme dívida do Estado, refletia-se do aumento de tributos sobre o povo. Politicamente, a manutenção do absolutismo real anulava qualquer atenção às reivindicações do terceiro estado, as quais se associavam às ideias liberais Iluministas. Os privilégios exclusivos da aristocracia que, além de receber pensões do Estado, ainda gozava da isenção de impostos, levou a burguesia, junto com sans-culottes e camponeses, a mobilizar-se para mudar esse quadro de desigualdade e desordem.

08-C 
O lema “igualdade, liberdade e fraternidade” buscava romper com os antigos privilégios do Antigo Regime. A igualdade e a fraternidade tinham um sentido mais social, enquanto a liberdade referia-se aos direitos políticos e econômicos reivindicados pelo terceiro estado. É importante ressaltar, ainda, na imagem, o destaque feminino na condução da Revolução Francesa, mesmo que as mulheres não tenham sido beneficiadas como os homens, em relação aos direitos jurídicos e legais.

09-C 
O texto refere-se à Revolução Francesa e sua importância para as transformações políticas, sociais e econômicas não apenas na Europa, mas apresentando reflexos no mundo e interferindo em ações futuras.

10-B 
Na imagem da balança, percebe-se que o Estado francês tinha que lidar com um grande deficit resultante de envolvimentos em conflitos externos, de pagamento de pensões à aristocracia e de acordos comerciais desvantajosos à economia nacional, responsáveis pelo agravamento da crise econômica que precedeu a Revolução Francesa.

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